Sexta-feira, Julho 17, 2009

INTERROCKIN'MISSION

GOODBYE MY FRIENDS, IT'S TIME FOR RELAX NOW.
SEE YOU ALL SOON, IN A COUPLE OF WEEKS!

Quarta-feira, Julho 15, 2009

THE BEAT OF THE POPS 27


Sábado, Julho 11, 2009

Planet Earth is blue, and there's nothing I can do...

Original Released as "DAVID BOWIE" (different cover)
on LP Philips SBL 7912 (1969, November 4)
This re-issue appeared in early January 1970
on LP Mercury 61246
Three years later, in November 72, the album was again
re-issued as "SPACE ODDITY" (another different cover
and without the theme "Don't Sit Down")

Prior to the album a single was edited in July 1969: "Space Oddity / The Wild Eyed Boy From Freecloud" (Philips BF 1801). I brought this single home from the store one day and waited patiently for the solitude of night to unlock its secrets. I can still remember pressing my ear against the speaker and drinking the song’s strange magic in like some extraterrestrial oxygen, amazed that the artist had once again cleared the impossibly high expectations I held for him.
The lyrics were about Major Tom leaving the Earth. But in that same month, on the 20th, another man, named Neil Armstrong, was in reality the first human to walk on the moon (I saw the direct transmission in the company of my father, all night long)

SPACE ODDITY was the first record on which David Bowie looked and sounded like the Bowie whom the world has come to know. One glance at the spooky, androgynous face that adorns the record was enough to signal that the Anthony Newley-influenced, light-pop singer who sang the novelty number "The Laughing Gnome" a few years earlier was a thing of the past. Leaving behind the mannered, English music hall-isms of his initial recordings, Bowie roughened up the sound, creating a ragged, eclectic mix of folk and rock tinged with electronic sounds. The record yielded his first American hit, and began the singer's soon-to-be meteoric rise to international rock icon-hood.The title track, a sci-fi mini-epic, is an enduring classic in which Bowie squeezes every bit of drama from both his dour low range and the soaring upper reaches of his voice. Even after decades of continued airplay, "Space Oddity" is surprising for its intricate arrangement, nifty guitar playing, and palpable sense of interplanetary estrangement. Other fine and lesser-known musical moments include the sublimely subdued "Letter to Hermione", and the sprawling and strange "Memory of a Free Festival". (in Amazon)

Sexta-feira, Julho 10, 2009

À L'OLYMPIA POUR LA PREMIÈRE FOIS (1965)

Édition Original La Voix de Son Maitre FELP 295
(FRANCE, 1965)
Peu de vedettes ont été autant "attendues" à l'Olympia que Salvatore Adamo. Pour beaucoup d'artistes, ce grand music-hall est un tremplin ou une consécration. Mais, pour Adamo, on ne peut plus parler de tremplin ou de consécration: malgré son jeune âge, et bien qu'il n'enregistre pas depuis longtemps, Salvatore est, sans aucun doute, l'un des plus grands représentants de la chanson française. Auteur et compositeur de tout son répertoire, Adamo arrive à un moment où la chanson française a besoin d'un jeune porte-drapeau. Avec lui, elle a une idole "tranquille", qui a tout simplement quelque chose à dire. Et le fait que le "phénomène Adamo" marche (on ne vend pas plusieurs millions de 45 tours sans toucher de nombreuses classes de notre société) est réconfortant pour la chanson traditionnelle. La patience, le travail, la simplicité et l'enthousiasme ont une fois encore "payé".
Ce garçon qui, né il y a vingt-deux ans en Sicile, a vécu en Belgique, fait son chemin et semble être là pour longtemps. Il vient de terminer une longue tournée en France; partout il a remporté un immense succès; ce show à l'Olympia est en quelque sorte la résultante d'une réussite fulgurante.

Quarta-feira, Julho 08, 2009

THOSE CLASSIC GOLDEN YEARS 48


Segunda-feira, Julho 06, 2009

PAGANI A BOBINO

Após muitos pedidos aqui fica de novo:

EDITION ORIGINALE EN LP PATHÉ MARCONI
EMI 2C066-14294 (FRANCE, 1976)
Fez já 30 anos que este album histórico nos emocionou a todos pela primeira vez. E depois de tantos anos, depois de tantas audições, continua a ser aquilo que sempre foi: uma obra-prima absoluta da canção francófona e não só. Nas minhas memórias discográficas (e são muitas) não consigo encontrar outro disco ao vivo que tivesse o poder de transmitir toda a magia que era ver Herbert Pagani em cima de um palco. E eu sei do que estou a falar, pois tive a felicidade suprema de ter estado no Coliseu de Lisboa num já longínquo 25 de Abril, ainda festivo. Foi nos fins dos anos 70, Pagani festejava nesse mesmo dia trinta e poucos anos e a esperança ainda se sentia a cada esquina. Quando deixou Portugal, pela última vez, levava na mala de viagem um pacote de SG Gigante, porque, conforme confidenciou na altura ao semanário “Sete”, «um País, para se conhecer, também se tem que fumar

Ao longo de todos estes anos tenho-me voltado a encontrar inúmeras vezes com as suas canções, impregnadas de sonhos, de viagens, de amores. E se há coisas incompreensíveis, uma delas é o facto deste trabalho excepcional nunca ter sido re-editado em CD. Nem em França (onde por razões óbvias isso seria obrigatório) nem em qualquer outro lado. Considero isso vergonhoso e um autêntico acto de terrorismo cultural. É por isso com redobrado orgulho que aqui deixo, para todos os amigos deste blog, uma ripagem de óptima qualidade que consegui fazer do meu vinil original (a 320 kbs). Entretanto, não resisto a transcrever algumas palavras que li algures:
«Herbert. Je ne sais pas oú tu est, oú ce que tu est, mais mon coeur pleure pour les occasion perdues, pour les destins ignorées, pour les amours deçues. Je t´embrasse, mon vieux. Au Colisée de Lisbonne, Au Terreiro do Paço. "Dis, Saint Pierre, rend mois lés clés, vue que elle n´ouvrent plus de portes..."»

Herbert Avraham Haggiag Pagani, dit Herbert Pagani (né le 25 Avril, 1944 à Tripoli en Libye - décédé le 17 Août 1988 à Palm Springs, Californie) s'est exprimé artistiquement par tous les canaux qui lui furent accessibles. Publicitaire, peintre et dessinateur, il commença sa carrière de chanteur en Italie dans les années 1960. Épaulé par Annalena Limentani, scénariste, dialoguiste, assistante de Roberto Rossellini (notamment pour Rome Ville ouverte) et de Marc Allégret, il adapta en italien Claude Nougaro, Jacques Brel, Barbara, Serge Gainsbourg, Édith Piaf. Il fut aussi en 1966 le premier disk-jockey de Radio Monte Carlo. Son premier album français, "Concerto d'Italie", en 1971, est l'adaptation de L'Amicizia, paru deux ans plus tôt en Italie. Suivra "Mégalopolis", premier album opéra (bien antérieur à Starmania) où se mêlent collages sonores, préoccupations environnementales, mise en accusation de la société de consommation, science-fiction. En 1974 paraît "Les années de la rage et les heures de l'amour", son troisième album français.

En novembre 1975, Pagani est invité sur Europe n°1 pour une émission où on lui donne carte blanche. Il apprend la veille que l'ONU condamne le sionisme comme une forme de racisme. (Résolution 3379 adoptée le 10 Novembre 1975 et annulée le 10 Novembre 1991). Il écrit dans la nuit un texte qu'il lira le lendemain devant les micros de la radio. C'est le "Plaidoyer pour ma terre". Le standard est saturé d'appels. Des centaines d'auditeurs témoignent de leur sympathie et de leur admiration. En décembre 1975, "Mégalopolis" est choisi par le Ministère de la Culture comme spectacle de réouverture du Palais de Chaillot. Pour représenter la congestion et l'écroulement des grands systèmes économiques, Pagani procède au clonage de milliers d'images de notre civilisation en utilisant les deux premiers photocopieurs-couleur Rank-Xerox installés en France et en Italie. Rassemblées sur de grandes planches, ces « xérographies » sont photographiées et animées en sur écran géant. En avril 1976, Herbert Pagani est à Bobino où il reprend "Mégalopolis" en deuxième partie de son tour de chant. Il renonça a la chanson au début des années 1980 pour se consacrer à la sculpture. Il est mort à 44 ans des suites d'une leucémie. (en "Wikipédia")

A GARDEN IN THE CITY

Original Released on LP Buddah 2318 054 SUPER
(US, DECEMBER 1971)

Sábado, Julho 04, 2009

A DANCE DATE WITH DAN HILL


Original Released on LP CBS KLD 4501
(SOUTH AFRICA, 1961)
Este album, que hoje tenho a honra de partilhar com todos os amigos deste blog tem uma pequena história que vale a pena ser contada aqui.


Sir Louis Percival Tita, intrépito cavaleiro andante sempre em busca de Holy Grails, descobriu um certo dia este objecto, perdido entre muitos outros, no chão poeirento de uma feira de artesãos. “Estranho, muito estranho mesmo”, pensou ele com os seus botões ao pegar com todo o cuidado no invólucro de cartão que envolvia por completo o objecto. Mas algo lhe chamou de imediato a atenção: os nomes Dan Hill e João Tudella e o facto daquela rodela negra se deslocar a uma velocidade muito mais lenta do que a que ele estava habituado. Mas como o preço era uma autêntica bagatela, Sir Tita nem hesitou, largou logo ali algumas parcas moedas da sua bolsa, resgatando assim o estranho objecto da solitária condição em que se encontrava. Chegado ao seu castelo de Come-a-Lot, o nosso cavaleiro tratou logo de proteger a sua recente aquisição, destinada a figurar apenas nas vitrines espalhadas pelos longos corredores onde tinha por hábito guardar os seus tesouros.
Mas Sir Louis Tita tinha um diário onde costumava dar conta das suas andanças pelos quatro cantos do Reino, para gáudio dos seus amigos mais íntimos que tinham a permissão de o ler (e até comentar) durante os serões passados à volta da Tábua Arredondada. Um desses amigos era o Duque Carlos de Cornwall, que habitualmente zelava pelos tesouros do palácio. Assim que vislumbrou o novo artefacto, o Duque só a muito custo conseguiu reter as lágrimas pois aquele estranho objecto era nem mais nem menos do que um dos seus grandes amores de juventude. Sentiu-se rejubilar, invadido por uma felicidade sem limites. Mas depressa se deu conta também do mesmo problema, a velocidade a que aquela rodela tinha de girar para que os mágicos sons nela escondidos se pudessem soltar. É que havia necessidade de um aparelho especial com certas características para a rodela negra poder caminhar ao ritmo a que estava acostumada, sem correr o risco de sofrer uma qualquer síncope fatal. E aparelhos desses encontravam-se há muito perdidos nas brumas do tempo.
Lembrou-se então de Sir Mouse, Marquês de Ratolândia, o qual mantinha há muitos anos uma relação privilegiada com o Mago Louis Merlin, mais conhecido pelo “nobre” dessa citadela, pois tinha ainda sangue azul a correr-lhe nas veias. Sir Mouse, com a ligeireza habitual, logo tratou de contactar o seu vizinho. E passados alguns dias, mais uma vez a magia do Mago Merlin produziu o efeito desejado: a rodela negra ganhou vida, reaprendeu a andar a uma velocidade normal e a partir de agora não mais ficará a criar pó em qualquer prateleira, pois os seus sons, enfim libertos, passarão a cativar de novo os ouvidos mais exigentes.

Quinta-feira, Julho 02, 2009

"A TOUCH OF BLUE"

Original Released on LP Capitol ST 1405 (US, 1960)

Quarta-feira, Julho 01, 2009

"GETTING TOGETHER"

Original Released on LP United Artists UAS 5501 (US, 1970)