Quarta-feira, Dezembro 31, 2008

SEE YOU NEXT YEAR

R.I.P.

THANKS FOR HAVING BEEN...

MICHAEL MOORE'S "SICKO"

Os EUA são o único País do mundo ocidental que não têm um "Serviço Nacional de Saúde". Apesar de serem um povo solidário por excelência, os americanos vivem sob a ditadura implacável das Seguradoras, no que à Saúde diz respeito. Quase 20% (cerca de 50 milhões) não têm um Seguro de Saúde, o que, na práctica, os impede de ficarem doentes (ou pelo menos doentes com alguma gravidade), pois tal implicaria morte certa a curto prazo. Mesmo para os restantes 250 milhões, que têm o tal Seguro de Saúde (conseguido após inspeções minuciosas altamente burocráticas) as perspectivas de tratamento não são automaticamente asseguradas, pois dependem de aceitação prévia por parte das Companhias de Seguros, que são as grandes beneficiadas de toda a situação.
Michael Moore, o realizador americano galardoado pela Academia pelo filme "Farenheit 9/11", denuncia todas as aberrações existentes no seu País, através de testemunhos pessoais absolutamente chocantes (por exemplo, o caso do homem que perdeu dois dedos de uma mão e teve de optar apenas pela reposição de um - 12.000 dollars, devido ao outro ficar muito mais caro - 60.000 dollars). Viajando pelo Canadá, Inglaterra, França e Cuba, coloca em destaque as diversas políticas seguidas nesses países, onde a assistência à saúde é gratuita, deparando-se com situações corriqueiras do dia-a-dia que para o americano mais comum se tornam difíceis de acreditar (como aquela mulher que chora de vergonha ao comprar uma bomba para a asma numa farmácia de Cuba por 5 cêntimos, quando a mesma bomba, nos EUA lhe custa 120 dollars). Apelativo e oportuno, realizado com um sentido de humor muito peculiar, "SICKO" é um documento obrigatório para meditar, sobretudo agora, nesta transição para um novo ano, em que se renovam desejos de bem estar e saúde para todos os povos do Mundo.

Terça-feira, Dezembro 30, 2008

LENNON IS ALIVE !!!

Afinal, andámos todos estes anos a chorar pelo homem e ele está alive and kicking! Pelo menos na televisão americana, onde é o rosto e a voz da campanha "Um computador por criança", que tem a chancela da Fundação do Massachusetts Institute of Tecnology, que começou a fabricar os "Magalhães Ianques" faz agora um ano.

Eis o que John Lennon diz no spot televisivo: «Imaginem que cada criança pode aceder a um universo de conhecimento, não importa onde esteja. Teria uma oportunidade de aprender, de sonhar, de conseguir tudo o que quisesse. Tentei fazê-lo através da minha música, mas agora podes fazê-lo de forma diferente. Podes oferecer um computador portátil a uma criança e, mais ainda, podes mudar o mundo.»

Resta dizer que tal "milagre" aconteceu por via tecnológica e, claro, sob a supervisão da Yoko. É incrível como 28 anos depois a japonesa continua a facturar à custa da figura lendária do ex-marido!

"When I was small, and Xmas trees were tall..."


"MELODY"
(S.W.A.L.K.)
PRODUÇÃO: David Hemmings e David Puttnam
(UK, 1971)
REALIZAÇÃO: Waris Hussein
ARGUMENTO: Alan Parker
CINEMATOGRAFIA: Peter Suschitzky
MONTAGEM: John Victor Smith
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Roy Stannard
CAST:
Mark Lester ... Daniel
Tracy Hyde ... Melody
Jack Wild ... Ornshaw
Colin Barrie ... Chambers
etc.
Estreia em New York a 28 de Março de 1971
Estreia em Londres a 21 de Abril de 1971
Quem se lembra deste filme? Eu conheço as canções de cor e salteado, mas nunca tinha visto o filme. Até agora, que o Daniel Bacelar (sempre uma "caixinha de surpresas" este homem) me ofereceu uma cópia em DVD. É uma espécie de antecedente do "Friends", só que as idades dos protagonistas são uns anitos mais novas. Enquanto que no "Friends" a transição era da adolescência para a fase adulta, aqui assistimos mesmo ao primeirissimo amor, naquela época em que ainda não sabíamos lá muito bem as diferenças entre meninos e meninas. Para nós elas eram umas "chatas" que não apreciavam as nossas brincadeiras e para elas..., bom, acho que para elas nós não passávamos de uns "parvos".
Escusado será dizer que "Melody" é um filme muito ternurento (só podia, com todas aquelas canções dos Bee Gees) e que hoje é capaz de não fazer lá muito sentido para a novissima geração. Mas a nós, guedelhudos grisalhos, faz-nos recordar a "nossa meninice" e traz-nos ainda alguns vestígios da era Vitoriana inglesa - julgo até que o Roger Waters se deve ter inspirado na figura do reitor para compor a personagem do seu teacher de "The Wall".



Segunda-feira, Dezembro 29, 2008

CONJUNTO MISTÉRIO: A COLEÇÃO INTEGRAL

A origem do Conjunto Mistério pode ser encontrada em finais dos anos 50, princípios dos anos 60, quando cinco jovens da zona de Cascais formam um grupo a que dão o nome de Nova Onda, um dos primeiros conjuntos portugueses ao estilo dos Shadows. Pouco tempo depois o Nova Onda dá lugar ao Conjunto Mistério, de que fazem parte Luís Waddington (guitarra-solo), Edmundo Silva (baixo), ambos transitando do anterior grupo, António Moniz Pereira (ritmo) e Miguel Artur da Silveira, “Michel” (bateria). Com boas aparelhagens e bons instrumentos, o Conjunto Mistério lança-se a tocar temas populares portugueses e instrumentais. Conheciam Carlos Cruz, Joaquim Pedro e João Martins, então responsáveis do programa radiofónico «23ª Hora», na Rádio Renascença, a quem foram apresentar as músicas que costumavam tocar. Como não tinham decidido ainda qual o nome do grupo, foram apresentados nas ondas hertzianas por Carlos Cruz como «um grupo novo cujo nome é ainda mistério, pois não têm nome». Daí surgiu a ideia de lançar um concurso de ideias. «Só que os nomes que foram sugeridos eram tão maus que decidimos ficar pelo Mistério”, conta Edmundo Silva.
Ganham um concurso entre 19 grupos portugueses no cinema Roma, apresentado por Fernando Pessa, como complemento às sessões do filme “Summer Holiday / Mocidade em Férias”, com Cliff Richard e Os Shadows. O prémio foi uma viagem a Londres para conhecer o célebre grupo londrino. A partir dessa data a fama do grupo começa a estabelecer-se e são editados os primeiros Eps.

Começava também por essa época a carreira do Duo Ouro Negro e rapidamente o Conjunto Mistério passou a ser o grupo de acompanhamento preferido de Raul Indipwo e de Milo Mac Mahon, tendo gravado com os artistas angolanos nomeadamente o famoso EP Kwela.
Em 1964 o Conjunto Mistério passa para cinco elementos, com a entrada do vocalista Edmundo Falé, vindo dos Ekos. Mas a vida atribulada do Mistério em termos de músicos não acaba e em Setembro de 1964 é a vez de Edmundo Silva passar para Os Sheiks, sendo substituído por Mário Terra. Em 1967 o Conjunto Mistério desfaz-se e das suas cinzas nasce o Quarteto 1111, com José Cid, Michel, António Moniz Pereira e Mário Terra.

(notas extraídas da "Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa", de Luís e João Pinheiro de Almeida).

Os meus agradecimentos ao Carlos Santos que me facultou os temas e ao João Carlos Callixto que me enviou as capas dos 4 EP's originais.

Sábado, Dezembro 27, 2008

BEN-HUR: THE COMPLETE OST

E uma vez mais este filme fez-me companhia durante o Natal. Conheci-o com 12 anos de atraso, pois a primeira vez que o vi foi já em reposição - numa matiné de quinta-feira, 2 de Setembro de 1971, no Cinema Roma, em Lisboa - numa majestosa versão em 70 mm e 6 bandas estereofónicas. Ao longo dos anos tenho-o revisto vezes sem conta e sempre com o mesmo prazer. Se existem filmes perfeitos este é um deles, pois cola-se-nos à memória e nunca mais de lá sai.

Uma dos elementos do filme que sempre me fascinou foi a excelente banda-sonora, assinada por Miklos Rosza, um húngaro nascido em Budapeste (em 18 de Abril de 1907) que aos 32 anos emigrou para a California, juntamente com o seu compatriota Alexander Korda para completar a música do filme "O Ladrão de Bagdad". Nunca mais de lá saíu, até ao fim dos seus dias (27 de Julho de 1995). Musicou mais de 100 filmes para os melhores realizadores de Hollywood, tendo o seu trabalho sido distinguido com dezenas de prémios, entre os quais 3 Oscars ("Spellbound", "A Double Life" e, claro, este "Ben-Hur"), num total de 13 nomeações.
Julgo que toda a gente já viu pelo menos meia dúzia de filmes em que a banda-sonora foi assinada por Miklos Rosza ("The Lost Weekend", "The Asphalt Jungle", "Double Indemnity", "Quo Vadis", "Ivanhoe", "King of Kings", "El Cid", "Sodom and Gomorrah", "The Green Berets", são alguns dos mais conhecidos) . E este filme deve também figurar na prateleira de qualquer amante de cinema. Mas se calhar, o que a grande maioria não terá será esta banda-sonora completa, editada em 1996 e digitalmente remasterizada para stereo. Foi um dos presentes (mais uma vez com 12 anos de atraso) que o Pai Natal colocou no sapatinho do Rato este ano. Se são fanáticos do filme mandem vir a caixinha, que vale a pena, até porque vem lá um livrinho profusamente ilustrado. Ou então contentem-se com a música, que aqui vos deixo. Continuação de Boas Festas!

Terça-feira, Dezembro 23, 2008

...AND MANY GIFTS TO MAKE YOU HAPPY!

Segunda-feira, Dezembro 22, 2008

"STAND BY ME": HAPPY XMAS TO YOU ALL!!!

Sexta-feira, Dezembro 19, 2008

RAPHAEL: YO SOY AQUEL


Quinta-feira, Dezembro 18, 2008

JOSÉ VASCONCELLOS 1966


Quarta-feira, Dezembro 17, 2008

JOSÉ VASCONCELLOS 1960

Devido à grande amabilidade do Miguel Nunes, que me enviou este album histórico, o primeiro do grande cómico José Vasconcellos (1960), o Rato reviveu a sua meninice, durante a qual este disco teve sempre um lugar de grande destaque. Ouçam imitações de vozes célebres da época, incluindo o nosso Artur Agostinho a relatar o jogo de futebol entre Portugal e a Áustria, em que perdemos por 9 a 1! E que dizer de um gago a relatar também um jogo de futebol? Simplesmente...HILARIANTE! Divirtam-se!!!

Terça-feira, Dezembro 16, 2008

RATO'S SPECIAL CHRISTMAS COLLECTION


Hi Xmas music lovers! Like I've promised to a dear friend of mine (hello, Mr. Hugo), here you have again The Rato's Special Christmas Collection from three years ago. It's a double anthology, 50 tracks, about 150 minutes of non-stop music. I think you can find here some very good stuff, which surely will make this season even more joyful for all Rato's friends. Peace for Xmas and try to be happy, specially with the ones you love.

Segunda-feira, Dezembro 15, 2008

SERGE REGGIANI: 1968 >>> 1982

Serge Reggiani deve o seu apelido à sua terra natal, Reggio d’Émilie, perto de Parma, em Itália, onde nasceu a 2 de Maio de 1922. Nesse mesmo ano, a 29 de Outubro, depois da “marcha sobre Roma” dos camisas negras, Benito Mussolini chega ao poder pela mão do rei Victor-Emmanuel III. Os pais de Reggiani, operários modestos mas antifascistas convictos, não aguentam muito tempo a rápida implantação da nova situação política e em Novembro de 1930 emigram para França, onde, no ano seguinte, se instalam definitivamente em Paris.
Passados alguns anos Serge inscreve-se no Conservatório das Artes Cinematográficas (onde recebe, em 1938, o 1º prémio de comédia) e em seguida no Conservatório de Arte Dramática. É ainda neste final dos anos trinta que se inicia no Teatro e também no Cinema, onde irá participar em mais de 70 filmes, alguns dos quais pertencentes, por direito próprio, à história da Sétima Arte: “Les Portes de la Nuit” (Marcel Carné, 1946), “La Ronde” (Max Ophuls, 1950), “Casque d’Or” (Jacques Becker, 1952), “Il Gattopardo” (Luchino Visconti, 1961) ou “L’Armée des Ombres” (Jean-Pierre Melville, 1969).
Já nos meados dos anos 60 inicia-se como intérprete na canção francesa, graças ao casal Yves Montand / Simone Signoret, de quem se torna amigo inseparável, e sobretudo a Jacques Cannetti, o director artístico mais em voga na época, e também íntimo do casal Montand. O 1º album é editado em 1964, “Serge Reggiani Chante Boris Vian”, sendo bem acolhido pela crítica e pelo público. Dois anos depois, em Dezembro de 66, a cantora Barbara, seduzida pelo seu album de estreia, leva-o como artista convidado a fazer a primeira parte do seu recital no Bobino de Paris. Depois ensina-o a trabalhar melhor a voz, ao mesmo tempo que o apresenta a Georges Moustaki. O resultado é a edição de um 2º album, em 1967.
O eclodir de Maio de 68 em Paris torna Serge Reggiani num dos artistas mais queridos da juventude, devido às suas fortes conotações com as políticas de esquerda. Tem já 46 anos quando finalmente se estreia como vedeta principal no Bobino. É o início, tardio, de uma das figuras mais marcantes da Canção Francesa.
Esta Antologia, fundamental, reúne em dois discos 47 das melhores canções que Serge Reggiani nos deu a conhecer (ou a redescobrir, como no caso das muitas canções de Moustaki que interpretou) ao longo da sua vida. O período abrange 15 anos (de 1968 a 1982) e representa sem dúvida o expoente máximo da sua criatividade.
A vida pessoal do cantor teria uma vertente trágica quando o filho Stéphan se suicida em 1980, apenas com 35 anos de idade. Segue-se um período de grande depressão e um regresso ao alcoolismo que já o havia atormentado alguns anos antes. Mas pouco a pouco, com a ajuda dos amigos, Reggiani volta ao trabalho e ao seu público, brindando-o com um grande espectáculo no Olympia de Paris no ano seguinte. Em 1984 edita o seu último album de originais, “Elle Veut”, na etiqueta Polydor e cinco anos depois assina novo contrato coma editora Tréma, onde serão publicados mais 8 albuns até ao ano 2000.
Em 1997 regressa à terra natal, onde dá um espectáculo emocionante, e antes do final do século volta também aos palcos em Paris. Em 2002 numerosos nomes da canção (Birkin, Bruel, Renaud, Arno, Lavilliers...) fazem-lhe uma homenagem num disco intitulado “Autour de Serge Reggiani”. O album é produzido por Jean-Pierre Madet e Serge Reggiani interpreta nele um único tema, “Le Temps Qui Reste”, quase como que uma despedida. 2003 é o ano das condecorações e reconhecimentos “oficiais” por toda uma vida dedicada ao espectáculo. Em Paris dá os últimos concertos no Olympia, a 7 e 8 de Outubro, incluídos na sua derradeira digressão por terras de França.
Vem a falecer a 23 de Julho de 2004, na sequência de uma crise cardíaca, aos 82 anos. Repousa no cemitério de Montparnasse.

Sexta-feira, Dezembro 12, 2008

XMAS A GOGO!!!


SOME COVERS BY JAMES TAYLOR

Quarta-feira, Dezembro 10, 2008

JOHN & YOKO: A NEW YORK LOVE STORY

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Domingo, Dezembro 07, 2008

THE ROLLING STONES 1ST BRITISH ALBUM

ROLLING STONES: “THE ROLLING STONES”
Original released on
LP Decca LK 4605 mono
(UK 1964, April 16)
This copy was directly ripped from the original vinyl album; 'cause the CD titled "England's Newest Hit Makers", which is the closest album comercially available (not with the same original track list - see review down below) cannot transmit all the excitment of the original mono sound.

01. (Get Your Kicks On) Route 66 (Troup)
02. I Just Want To Make Love To You
(Dixon)
03. Honest I Do
(Reed)
04. I Need You Baby - Mona (McDaniels)
05. Now I’ve Got A Witness (Like Uncle Phil And Uncle Gene) (Phelge)
06. Little By Little
(Phelge, Spector)
07. I’m A King Bee
(Moore)
08. Carol
(Berry)
09. Tell Me (You’re Coming Back) (Jagger, Richard)
10. Can I Get A Witness (E. & B. Holland, Dozier)
11. You Can Make It If You Try (Jarrett)
12. Walking The Dog (Thomas)

Gene Pitney plays piano and Phil Spector maracas on "Little by Little"
Ian Stewart plays piano on "Tell me", "Can I get a witness" and organ on "Now I’ve got a witness", "You can make it if you try"
Arrangements by The Rolling Stones
Produced by Andrew Loog Oldham and Eric Easton for Impact Sound.
Recorded at Regent Sound Studios, London
Cover Photography and Sleeve: Nicholas Wright

The Rolling Stones is as pivotal a moment as John meeting Paul or Nirvana knocking Michael Jackson off No. 1. Jagger, Richard (as he was credited then), and co. weren’t strangers to the studio when they began their debut in January 1964. They’d already scored hits in 1963 with Chuck Berry’s “Come On” and Lennon and McCartney’s “I Wanna Be Your Man”.
Confident songwriters, however, they were not. Judging initial efforts unsuitable for the Stones, Jagger and Richard gave them to Marianne Faithfull and Gene Pitney. Of the album’s originals, “Now I’ve Got A Witness” and “Little By Little” (credited to the collective nom de plume Nanker Phelge) are indebted to, respectively Marvin Gaye’s “Can I Get A Witness” and Jimmy Reed’s “Shame, Shame, Shame,” while “Tell Me (You’re Coming Back)” is almost a Merseybeat pastiche.
But relying on covers did not do Sinatra or Elvis any harm, and the Stones established a reliable template: take a blues tune; make it harder and faster and scarier.
In The Beatles’ wake, the result was a smash. In America, London Records added “England’s Newest Hit Makers” to a sleeve that, in Britain, boldly bore no information bar the label’s logo. London also replaced Bo Diddley’s “I Need You Baby (Mona)” with a hit take on Buddy Holly’sw “Not Fade Away”.
The Rolling Stones is not as good as material they would release in ensuing years – or even months. But its arrogant raunchiness had a seismic impact on polite pop then – and continues to echo today (Bruno MacDonald in “1001 Albums You Must Hear Before You Die”)

THE ROLLING STONES 2ND BRITISH ALBUM

ORIGINAL RELEASED AS LP DECCA LK 4661
(UK 1965, JANUARY 15)
The group's second British album actually appeared after their second U.S. LP, mostly owing to the fact that the British rock & roll audience wasn't focused on the long-player as a medium (singles and EPs were the driving force of the business in England then). It uses the same David Bailey cover shot that had graced the U.S.- issued "12 X 5" album two and a half months earlier, but only four songs - "Under the Boardwalk," "Suzie Q," "Grown Up Wrong," and "Time Is on My Side" - overlap on the two albums.

Rather, Rolling Stones No. 2 offered seven songs that weren't to make it out in America until four months later on "The Rolling Stones Now!" and they're all solid numbers: "Off the Hook," "Everybody Needs Somebody to Love," "Down Home Girl," "You Can't Catch Me," "What a Shame," "Pain in My Heart," and "Down the Road Apiece," plus one of the group's best blues covers, their version of Muddy Waters' "I Can't Be Satisfied," which wasn't released in America until 1973 and features some killer slide playing by Brian Jones. The U.K. LP also had the advantage of only being released in mono, so there are no "rechanneled stereo" copies with which to concern oneself. The album is no longer officially available on CD.
(Bruce Eder in AllMusic)

Sábado, Dezembro 06, 2008

LOS RECUERDOS DE KARINA

María Isabel Bárbara Llaudés Santiago (Jaén, 1943), más conocida como Karina, se inició artísticamente, siendo aún adolescente, tras estudiar el Bachillerato Elemental y recibir clases de piano y guitarra, cantando en salas de fiestas y emisoras de radio. Su debú audiovisual se producirá, en 1963, en el espacio de Televisión Española ESCALA EN HI-FI, de la mano de Fernando García de la Vega, quien también tomará parte en su carrera cinematográfica, que se iniciará, precisamente, con Escala en Hi-Fi, (1963, Isidro Martínez Ferry), secuela fílmica del programa. Su filmografía continúa con cuatro largometrajes: dos de Pedro Lazaga, "Los chicos del Preu" (1967) y "La chica de los anuncios" (1968); "La máquina de hacer Pop" (Joaquín Parejo Díaz, 1969) y "En un mundo nuevo" (Ramón Torrado y Fernando García de la Vega, 1971) y seis cortos, bajo el título genérico de Festival número..., cuatro de ellos dirigidos por Eladio Royán y dos por García de la Vega. Aunque también ha trabajado en teatro (Locos por la democracia, de Antonio D. Olano, estrenada en 1981 en el madrileño Teatro Alfil) su faceta de actriz ha tenido siempre un carácter secundario en favor de su carrera musical, a la que se dedicará, casi exclusivamente, desde su participación en el Festival Internacional de la Canción de Eurovisión, celebrado en Dublín, en abril 1971, quedando en segundo lugar con la canción "En un mundo nuevo".
En 1994-95 se enrola con Mágicos 60, grupo integrado por Elsa Baeza, Jeannette, Tony Ronald y Micky, con quienes realiza una gira por España. En 2003 ganó por votación popular el concurso de Tele5 Vivo Cantando, en el que participaban antiguas estrellas de la canción española.
Karina se ha casado cuatro veces, ha tenido dos hijas y ha superado un cáncer. Paradigma del pop romántico y una gran chica ye-yé, no cabe duda que Karina y sus canciones están en la memoria de toda una generación.

HOMENAGEM REAL


Quarta-feira, Dezembro 03, 2008

NOSTALGIA 51