Domingo, Julho 27, 2008
BRENDA LEE: ANTHOLOGY I + 2

The best selling female pop vocalist of the early to mid 1960s, Brenda Lee was an international megastar who sold over 100 million records (she was voted Best Female Vocalist by the New Musical Express for five consecutive years) all before she was 21. And while it is true to say she showed a preference for recording ballads in order to reach the greatest number of records buyers, she also possessed one of the toughest rock 'n' roll voices of the era - The greatest according to John Lennon.
TUDELLA CANTA ARTUR FONSECA

JOÃO MARIA TUDELLA: “UMA CASA PORTUGUESA”
Edição Original em LP GALLOTONE, GALP 1107, 1959 (South Africa)
1. Uma Casa Portuguesa (Ferreira, Sequeira, Fonseca) 3:13
2. Moçambique (Fonseca, Sequeira) 3:13
3. Baião, Baião (Fonseca, Paixão) 2:11
4. Magaíça (Fonseca, Sequeira, Ferreira) 3:38
5. Lourenço Marques (Fonseca, Sequeira, Ferreira) 2:56
6. É Uene (Fonseca) 1:50
7. Uma Estrela Falou (Fonseca, Ferreira) 3:57
8. Adeus Cidade (Fonseca, Ferreira) 2:34
9. Holiday In Lourenço Marques (Fonseca, Vieira) 2:57
10. Hambanine (Fonseca, Sequeira) 2:56
11. Macala (Fonseca, Ferreira, Sequeira) 3:12
Acompanhamento Musical: Dan Hill e Seu Quinteto
Este album é dedicado a todos os conterrâneos do Rato, essa gente boa nascida nas costas do Índico e que um dia sentiu o fascínio de uma terra única no mundo. Como João Maria Tudella, que nasceu em Lourenço Marques, a 27 de Agosto de 1929. Depois de uma adolescência passada em Coimbra, onde, para além dos estudos, se inicia no mundo da música, em 1950, numa das suas idas de férias a Moçambique, decide não regressar a Portugal. Em Março desse ano, ainda com 20 anos, estreia-se no Rádio Clube de Moçambique a cantar o fado de Coimbra. Aos elogios da imprensa vê juntar-se no ano seguinte o de Amália Rodrigues, que nessa altura realizava uma digressão pela então colónia portuguesa. São de Amália estas palavras: “tenho ouvido muitas vezes cantar o fado de Coimbra mas foi você o único que me deu emoção”. Em 1952 Tudella começa também a cantar na Rodésia e na África do Sul. Durante uma das suas actuações no clube The Colony, em Johannesburg, recebe um convite para gravar para a editora sul-africana Gallotone, iniciando assim a sua carreira discográfica. 1959 é um ano chave para Tudella: a canção “Kanimambo”, escrita expressamente para ele por Artur Fonseca, torna-se o maior êxito de sempre em Moçambique e, depois, em Portugal continental, o que permite a João Maria Tudella afirmar-se como uma figura de primeiro plano da canção nacional, não tardando a sua popularidade a estender-se a vários países europeus e também ao Brasil. Ainda antes da década de 50 chegar ao fim é editado este album, o sexto “Long Playing” gravado em Johannesburg e inteiramente prenchido com música de Artur Fonseca. Hoje é considerado um autêntico testemunho daquela época, um clássico absoluto, que estranhamente nunca foi remasterizado para cd, como aliás tantas outras preciosidades do passado. É pois com um certo orgulho que o vosso amigo Rato vos disponibiliza este disco, depois de uma limpeza digital feita com recurso a meios caseiros mas que devolve a estas canções toda a sua pureza original.


Engineer GEOFF TUCKER at GALLO Studio 1
Sexta-feira, Julho 25, 2008
THOSE CLASSIC GOLDEN YEARS 43
Segunda-feira, Julho 21, 2008
O MELHOR DE TEREZA TAROUCA
Domingo, Julho 20, 2008
ANTOLOGIA: AS CANÇÕES DA TECHA
Assim rezava a prosa de José Eduardo Pereira na apresentação do primeiro EP da popular cançonetista laurentina, “Natércia Barreto Canta Para Si!”, editado em 1968. Muitos outros discos se seguiram, quase sempre de 45 rotações (formato muito em voga nos anos sessenta), quase sempre recheados de êxitos.
Sexta-feira, Julho 18, 2008
Quinta-feira, Julho 17, 2008
PEOPLE LIKE THEM
US: ABC/Dunhill DSX 5016 (October 71)
UK: Probe SPB 1048 (November 71)
O meu querido amigo YéYé trouxe à baila este derradeiro album dos M & P num recente post do seu muito-in blog, conotando-o como um dos seus preferidos de sempre (nos comentários a esse mesmo post o Zeca do Rock chama-lhe maravilhoso...). Não vou cair nesses exageros mas sempre adianto que apesar de terem passado trinta e sete anos (foi editado em fins de 1971) continua a ouvir-se muito bem.
Numa altura em que as carreiras a solo dos diversos membros da banda se tornavam cada vez mais importantes do que o projecto-grupo, esta obrigação contratual com a editora Dunhill poderia ter descambado em algo chato e desinteressante. Não foi o caso. Os doze temas reflectem o bom gosto das composições de John Phillips (não será por acaso que apenas a pior faixa do album, “I Wanna Be a Star”, seja da autoria de Michelle Phillips) e como sempre a excelente interpretação vocal, bem secundada também por competentes músicos de estúdio.
Quarta-feira, Julho 16, 2008
THE BLUES OF LONG JOHN BALDRY
Por sua vez Baldry encontra numa estação de comboio (Twickenham) um jovem cantor a entoar um blues de Muddy Waters e, gostando daquilo que ouve, convida-o de imediato a integrar os Hoochie Coochie Men como segundo vocalista. O nome desse cantor era Rod Stewart.
O grupo edita dois singles, "Up Above My Head / You'll Be Mine" (1964) e mais tarde "I'm On To You Baby / Goodbye Baby" (1965), ao mesmo tempo que tocam regularmente na Eel Pie Island, para um plateia que incluia gente como Jimmy Page, Peter Green, Eric Clapton e Jeff Beck, entre outros.
Entre aqueles dois singles aparece, em Agosto de 1964, o primeiro e único album da banda, precisamente este “Long John’s Blues” (United Artists ULP 1081). Nas notas originais do LP pode ler-se: «... even when he sings the most famous blues, Long John is never content to echo earlier perfomances. He has always been his own man and he, never hesitates to twist the melody - sometimes even the words – to suit his ends. He is, in fact, a highly individual singer.»
Começa assim a carreira a solo de Long John Baldry que logo no ano seguinte, em 1967, consegue atingir o 1º lugar dos Tops britânicos com o tema “Let The Heartaches Begin”. Outro hit viria com a canção "Mexico", em 1968, que veio a tornar-se o tema dos Jogos Olímpicos daquele ano. A canção alcançou o nº 20 no Reino Unido. Com o estrelato, efémero, Baldry adopta um novo visual, com a barba, os cabelos compridos e os casacos de peles a alinharem pela moda daqueles finais dos anos 60. São editados os albuns “Let The Heartaches Begin” (1967), “Let There Be Long John” (1968) e “Wait For Me” (1969), nos quais abundam versões de temas famosos, interpretadas por Baldry num estilo marcadamente pop: “For All You Know”, “Smile”, “I Can’t Stop Loving You”, “Sunshine Of Your Love”, “Spanish Harlem” ou “Spinning Wheel”, entre muitos outros. Mas rapidamente regressa à sua eterna paixão, os blues, com a edição de dois discos, “It Ain’t Easy” e “Everything Stops For Tea” em 1971 e 1972, respectivamente, ambos produzidos por Rod Stewart e Elton John.
Imigra entretanto para os Estados Unidos (New York primeiro, Los Angeles depois), onde grava mais três albuns até ao fim da década de 70: “Good To Be Alive” (1973), “Welcome To Club Casablanca” (1976) e “Baldry’s Out” (1979). A partir de 1980 fixa residência no Canadá, onde consegue adquirir a cidadania nacional. Seguem-se os albuns “Long John Baldry” (1980), “Rock With The Best” (1982), “Silent Treatment” (1986) e “A Touch Of Blues” (1989). Sempre no Canadá, mas já na década de 90, são editados “It Still Ain’t Easy” (1991), “On Stage Tonight” (1993) e “Right To Sing The Blues” (1997), entre o aparecimento de diversas coletâneas (a mais importante será “The Pye Anthology” que contém oito temas inéditos, para além de versões em italiano e espanhol). Em 2000 é editado “Evening Conversation”, o 2º album ao vivo, e no ano seguinte o brilhante “Remembering Leadbelly”, que viria a ser o seu derradeiro trabalho – morre em Vancouver, a 21 de Julho de 2005, depois de lutar durante vários meses contra uma grave infecção no peito. Tinha 64 anos.
Terça-feira, Julho 15, 2008
"Black Roses, White Rhythm and Blues..."
Quarta-feira, Julho 09, 2008
Terça-feira, Julho 08, 2008
APACHEMANIA


Esta excitante coleção, editada em som de alta definição de 24 bits em 2004 pela Magic Records francesa, reúne 22 versões do celebérrimo tema. Para além dos Shadows (com a versão original e uma outra ao vivo no Olympia de Paris, 1975), uma série de países encontram-se aqui representados: França (Cousins e Guitares du Diable), Alemanha (Ricky King e Newtones), Suécia (Spacemen), Brasil (Jet Blacks e Jordans) ou EUA (Ventures e Surfaris), entre muitos outros. E no entanto estas 22 versões não passam de uma gota d’água, atendendo às centenas de versões existentes de “Apache”, que pode muito justamente ser considerado como o cássico absoluto de todos os clássicos instrumentais.
Domingo, Julho 06, 2008
Sábado, Julho 05, 2008
B.B. 63: LES PREMIÈRES CHANSONS
Quinta-feira, Julho 03, 2008
Terça-feira, Julho 01, 2008
GRANNY TAKES A TRIP












































