Segunda-feira, Abril 30, 2007

SENHOR POETA: TRIBUTO A JOSÉ AFONSO


Se um poeta é aquele que escreve aquilo que pensa e sente, que tem um lado onírico envolvido numa enorme sensibilidade, o José Afonso é esse poeta com toda a certeza. E é muito mais do que um Homem que se inclinou para as palavras... soube fazer música dessas palavras, soube transformá-las em canções, em espelhos de emoções que se deixam cantar facilmente. A sua simplicidade musical e poética converteu-se numa mensagem que passou e continuará a passar por muitas gerações.
Contactámos com José Afonso pela primeira vez enquanto grupo em 1994, aquando da gravação da homenagem “Filhos da Madrugada”. Desde então, germinou entre nós a vontade de, um dia, nos voltarmos a cruzar com ele. Chegou a hora.
Este disco representou um grande desafio para os Frei Fado D’el Rei. Respeitar a simplicidade da música de José Afonso, sem a descaracterizar, e simultaneamente honrar o seu carácter inovador, foi o objectivo que nos propusemos. Afinal, essa fusão do tradicional com o contemporâneo que caracteriza a música de José Afonso é também a ambição dos Frei Fado D’el Rei...
A muitos Senhores Poetas José Afonso deu voz. Quanto a nós, é chegada a oportunidade de retribuir, deixando com este trabalho o nosso tributo ao poeta e músico José Afonso.
(Frei Fado D’el Rei)
Produção: Frei Fado D’el Rei
Gravação, Mistura e Masterização: Luís Moreira – Mike
Concepção Gráfica: Miguel Oliveira
Mistura e Masterização: Estúdio Companhia do Som entre Janeiro e Março de 2007

Domingo, Abril 29, 2007

LA GIGLIOLA

Gigliola Cinquetti is an italian singer, born on the 20th December, 1947, in Verona.
At the age of 16 she won the Sanremo Music Festival in 1964 singing "Non Ho L'Età" ("I'm not old enough"), with music composed by Nicola Salerno and lyrics by Mario Panzeri. Her victory enabled her to represent Italy in the Eurovision Song Contest 1964 with the same song, and she went on to claim her country's first-ever victory in the event and achieve the first UK Top 20 hit with a non-English-language Eurovision song. In 1966, she recorded "Dio, come ti amo" ("God, How I Love You"), which became a world-wide hit.
In 1974, she returned to the Eurovision Song Contest, again representing Italy, and finished second behind Sweden's ABBA with the song "Sì" ("Yes"), the music and lyrics of which were written by Mario Panzeri, Daniele Pace, Lorenzo Pilat, and Carrado Conti. When translated into English as "Go", this song reached the UK Top 10.

Nata a Verona nel 1947, debuttò giovanissima, dopo aver frequentato il liceo artistico e il Conservatorio nella sua città natale, vincendo il concorso per esordienti di Castrocaro - nel 1963 - con una canzone scritta da Giorgio Gaber, "Le strade di notte". Nel 1964, praticamente sconosciuta, vinse il Festival di Sanremo con la canzone "Non ho l'età", che diventò, dopo la vittoria all'Eurofestival quello stesso anno, un enorme successo in Italia e in Europa, vendendo più di 4 milioni di dischi. La Cinquetti aveva appena 16 anni e proponeva al pubblico italiano l'immagine di un'adolescente saggia e rispettosa dei valori tradizionali oltre che della melodia all'italiana.

Nella seconda metà degli anni '60 Gigliola Cinquetti diventò molto popolare in America Latina, in Giappone e in Francia, dove, fra l'altro, ebbe modo di cantare all'"Olympia" di Parigi e registrare un album con Maurice Chevalier. Tra i suoi maggiori successi del decennio si può ricordare "Dio come ti amo" di Domenico Modugno in coppia al quale vince il Festival di Sanremo 1966 e "La pioggia", del 1969, che cantata col titolo "L'orage" ebbe un enorme successo in Francia. Negli anni '70 Gigliola Cinquetti cambiò la sua precedente immagine. Si avvicinò ad esempio alla tradizione popolare e alle canzoni degli anni '30-'40. Affrontò anche la canzone politica italiana, attraverso le canzoni dei Cantacronache, gli autori francesi e la canzone brasiliana. Nel 1974 partecipò nuovamente all'Eurofestival con la canzone "Si" che ottenne un buon successo in Inghilterra. Nel 1975 registrò un album di canti tradizionali con i 40 musicisti della Fanfara municipale di Milano.

RATO'S NOSTALGIA COLLECTION 33


At last! A new volume of your favourite series.
Enjoy it, it's full of rarities!

Sexta-feira, Abril 27, 2007

THE BEST PORTUGUESE POP GROUP...EVER!


Texto Original de Henrique Mendes na apresentação do 1º EP do grupo, em 1964:
«A sua história é breve. O prémio que os trouxe de viagem do Funchal a Lisboa, não impediu que chegassem practicamente ignorados, desconhecidos.
O palco do "Monumental" foi o baptismo que terminou em apoteose de aplausos e garantia de programa na televisão. Vinte e cinco minutos de "TV Clube" bastaram para consagrá-los perante milhares de espectadores já cansados de "conjuntos modernos". Este era realmente um novo conjunto, com aprumo, dignidade e... música!
A empresa do "Politeama" arriscou duas semanas de contrato; mas o público esgotou a sala e agarrou os rapazes.
As férias no Continente emagreceram-nos meia dúzia de quilos. Um recorde de actuações, sem turismo nem madrugadas.
Pela primeira vez entraram agora num estúdio de gravação - o mesmo onde gravaram há dias Cliff Richard e o maestro Norrie Paramor.
A timidez encobre a emoção que assaltou estes rapazes simples, educados, cativantes, que não fazem da música profissão. Têm lugares marcados no liceu do Funchal.
Quero fazer uma referência especial ao Sérgio Borges - além de voz, ele tem cara e expressão de cantor. Ouçam-no com atenção.
Quanto ao conjunto, possui rara intuição musical, harmonia, presença. Não usam gritos; não partem microfones; cortam o cabelo; vestem bem.
Aqui fica um abraço de agradecimento para o João Paulo, o Carlos, o Ascensão, o Sérgio, o Gualberto, o Rui e o Moura. Eles cumpriram brilhantemente as promessas que... eu fiz!
Agora, com o Conjunto Académico de João Paulo, a Madeira já não é só bailinho.»

AO VIVO NO TEATRO MONUMENTAL


Este album é um documento raro e histórico. Gravado parcialmente ao vivo (alguns dos temas são originais de estúdio a que foram adicionadas posteriormente as palmas) no Teatro Monumental, em Lisboa, no ano de 1966, foi o primeiro LP português de música pop a ser editado em Portugal, numa época em que todas as gravações deste tipo de música eram divulgadas em formato reduzido de 45 rotações.
Hoje Lisboa já não é a mesma, o Teatro Monumental desapareceu e até o João Paulo Agrela teve a desfaçatez de nos deixar no princípio desta semana. Mas a música do Conjunto Académico João Paulo continua bem viva nas recordações de todos os que tiveram o privilégio de ver actuar em cima de um palco este grupo incontornável dos meados da década de sessenta. Sérgio Borges, Carlos Alberto, Ângelo Moura, José Gualberto, Rui Brasão e João Paulo, os seis membros da formação original, serviram de modelo à juventude daqueles anos de inocência, que se revia nas diversas versões das canções francesas, italianas e anglo-americanas então em voga.
Nunca editado em CD, à semelhança de mais de metade do trabalho discográfico do grupo, esta reconstituição só foi possível graças à carolice do Carlos Santos, um amigo aqui do Blog do Rato, que perdeu horas infindáveis a tentar reunir os doze temas que constituem este album. É verdade que a qualidade sonora não é a mais desejável, mas trata-se de um trabalho de amador, que mais não pretende do que divulgar uma relíquia histórica há muito desaparecida. Algo que os responsáveis das editoras deste país deviam levar a cabo em vez de apostarem continuamente no lucro fácil traduzido em sucessivas edições sempre com os mesmos temas.
A capa aqui apresentada é mesmo a original, apesar da janela não ter nada a ver com o Teatro Monumental (trata-se efectivamente de uma fotografia tirada na “Casa dos Bicos”, em Lisboa). Já o verso foi todo inventado, por não termos tido acesso ao original. Mas os autógrafos incluídos são mesmo autênticos, obtidos durante um dos espectáculos do grupo no Teatro Manuel Rodrigues, em Lourenço Marques, no final do ano 1969, quando eles aí iniciaram a 1ª digressão a Moçambique intitulada "Show 70".

Quinta-feira, Abril 26, 2007

THE BEAT OF THE POPS 11



Let's swing to the rhythm of that beat!

Quarta-feira, Abril 25, 2007

"Luta meu amor, meu dezreizinhos de gente..."


E aqui está o 2º e derradeiro album da Shila

Terça-feira, Abril 24, 2007

DOCE DE SHILA


Edição Original em LP Diapasão 16006/R (1977)
Album de estreia desta canadiana nascida Sheila Charlesworth em Toronto, a 14 de Julho de 1949, que nos primeiros anos da Revolução de Abril participou em diversos trabalhos de intérpretes portugueses, sobretudo de Sérgio Godinho, com quem era casada na altura. Conheceram-se em Paris, quando ambos faziam parte do elenco francês do “Hair” e integraram pouco depois o Living Theatre de Julian Beck numa digressão ao Brasil.
Neste disco de estreia a parte de leão das composições vai naturalmente para Sérgio Godinho que assina (a solo ou em parceria) oito das dez faixas que compõem o album. Com arranjos do próprio Sérgio, de Fausto e Júlio Pereira, o disco é riquissimo musicalmente, contando com as colaborações de Carlos Zíngaro (violino), Manuel Guerreiro (sax e flauta), Guilherme Searpa e Rui Monteiro (bateria e percussões), Paulo Godinho (baixo), Júlio Pereira (viola-baixo), Sérgio Godinho (violas), entre outros. E ainda as vozes de Francisco Fanhais, Carlos Vaz e Eugénia Melo e Castro nos coros.É um disco muito agradável de se ouvir, mesmo a 30 (!) anos de distância. As qualidades vocais de Shila emprestam a todo o album uma doçura cativante, sobretudo por causa do sotaque estrangeirado da cantora. Dois anos depois um segundo e último album confirmaria todas as promessas desta estreia. Chamar-se-ia “Lenga-Lengas e Segredos”, e também aqui será divulgado um destes dias. Escusado será dizer que estes dois discos nunca foram re-editados em CD, pelo que esta será uma oportunidade única a aproveitar. Até porque a qualidade de transcrição se encontra em excelente estado.


«Para cantar um dia connosco,
a Shila veio dos quatro cantos do mundo.
Dos cantos do Canadá,
onde os cantos que se cantam
se perdem nos cantos que não se encontram,
tanto é grande a terra
que lhes serviu de terra-mãe.
E através de outros cantos desencantos viagens e desviagens
a Shila foi parar a estas paragens.
E por aqui tem ficado a cantar com a gente.
A chula que ela canta neste disco não é só uma homenagem:
é um assunto de família
é uma chula para bailar e girar
é que ela gosta do ritmo, catrapum
pum
pum
é que ela gosta e faz parte desta gente
que "quer se queira quer não queira é bela".
E como ela já cantou com muitos de nós
pusemo-nos nós a cantar com o muito que é dela.
E foi assim que este disco foi feito.»
(Sérgio Godinho)

Domingo, Abril 22, 2007

THOSE CLASSIC GOLDEN YEARS 17


SERRAT 69

This is the original spanish version of this album (1969). Soon Rato Records will share with you all the ultra-rare portuguese version, which includes two more tracks than this one.
«Corrían los primeros dias de 1969. Milán, en invierno, suele despertarse con niebla, con una niebla espesa y pegajosa que vuelve invisible la Recova del Corso y aleja las palomas del Duomo de los ojos de los turistas.
Arropados en la tibia calefacción del taxi, atravesamos junto al Miralles, el Lasso y el taxista aquella mañana de perros lombardos, camino a los estudios de la "Fonit Cetra" donde iba a empezar a grabar mi primer disco en castellano. Aquella fue una complicada decisión, pero hacia ya tiempo que estaba tomada. Hoy, a toro pasado, no me cabe duda que fue un acierto.

Iba feliz en el auto. Miraba con avidez los tentadores escaparates de las tiendas y piropeaba en los semáforos a las muchachas que me llamaban desde los anuncios, iba muy feliz. En aquellos tiempos no era nada fácil para un artista español grabar un disco en Italia o en Inglaterra, mecas de la música, donde los estudios disponían de mesas de 8 y hasta 16 pistas. Pero, como acertadamente decía Dylan, los tiempos estaban cambiando y además a toda leche.

Tanto cambiaron que aquel mismo año, el hombre pisó la Luna al parecer por primera vez, las gentes del D.F. se aventuraron a desplazarse de Tacubaya a Chapultepec en metro y un servidor grababa este, su primer LP en castellano que con todo respeto quiero dedicar desde estas líneas a mi amigo, hoy desaparecido, Plinio Chiesa, ingeniero de sonido de esta grabación»
(Joan Manuel Serrat)

Sábado, Abril 21, 2007

THE SONGS OF SANDIE - ANTHOLOGY 2


Sexta-feira, Abril 20, 2007

Affectionately...


Original Released on LP Buddah BDS 5041 (1969/10)
The US release of this album was simple called Melanie and was released in 1969 on the Buddah label (BDS 5041). For the UK it was re-named Affectionately Melanie (Buddah 203 028) and was also re-packaged. While the US issue came in a gatefold sleeve that opened up to reveal the lyrics, the UK issue came in a single sleeve with separate lyric sheet. The UK album also contained Melanie's message to the buyer in hand written form instead of typed as on the rear of US cover.
There were no hits off Melanie's second release, but it did spawn a handful of concert favorites, among them "Any Guy" and "Uptown Down," both chirpy pop songs with lusher, more commercial arrangements than anything on Born to Be. "Beautiful People" was the first indication of Melanie's flower child leanings and became one of her standards. Tuning My Guitar is the most affecting moment: even though its whiny "troubled artist" lyric is grotesquely self-indulgent, the song ends in an astonishing display of vocal pyrotechnics that is hard to forget. Affectionately is a more palatable and disciplined work than the debut; there are no hair-raising children's songs or attempts to be all things to everyone.
(Charles Donovan, All Music Guide)

Quinta-feira, Abril 19, 2007

BORN TO BE


Original Released on LP Buddah BDS 5024 (1968/11)
Produced by Peter Schekeryk
Arranged by Roger Kellaway
Directed by Artie Ripp
Recorded at Allegro Sound Studios
Engineer: Bruce Staples


Melanie
February 3rd, 1947
New York
7:35 a.m.
SUN – Aquarius 28
MOON – Taurus 4
MERCURY – Aquarius 14
VENUS – Sagittarius 16
MARS – Aquarius 10
JUPITER – Virgo 22
SATURN – Leo 6
URANUS – Gemini 23
NEPTUNE – Libra 10
PLUTO – Leo 16
RISING SIGN – Aquarius 26
This is theAquarian Age. You like to work out your own problems and come to your own conclusions. You seldom stay licked. You face reality when you have to, but you prefer to live in a world of your own where beauty and sympathy are natural and normal. You always will be surrounded by people who are different and unusual and creative. Personal freedom is the breath of life to you. Many great inventors and writers were born when the planet Mercury was transiting the sign of Aquarius. You can’t help being attracted to attractive people. Your feet are on the ground but your path is one of celestial ideals and much success.
THIS IS MELANIE. BORN TO BE.

Quarta-feira, Abril 18, 2007

THOSE CLASSIC GOLDEN YEARS 16



PW: ratoagainstmob

Segunda-feira, Abril 16, 2007

MARTINHA 67


Filha única, desde pequena cantarolava músicas que compunha. Aprendeu a tocar piano aos cinco anos de idade. Era filha de Dª Ruth, a famosa Candinha, que assinava a coluna "Mexericos da Candinha", na fase áurea da Revista do Rádio, editada pelo jornalista Anselmo Domingos desde 1948 até o final da década de 1960.
Iniciou a carreira em 1966, participando do movimento da Jovem Guarda, sendo anunciada carinhosamente por Roberto Carlos, nas apresentações do programa, como "Queijinho de Minas". Seu primeiro sucesso foi a composição, de sua própria autoria, "Eu te amo mesmo assim", gravada no mesmo ano, num compacto simples, que trazia, ainda, a música "Quem disse adeus agora fui eu". Em 1967 teve a composição "Só sonho quando penso que você sente o que eu sinto", gravada por Erasmo Carlos na RGE. No mesmo ano, lançou seu segundo compacto com as músicas "Barra limpa" e "Não brinque assim", pela Rozenblit. Em 1968, obteve seu maior sucesso com a canção "Eu daria a minha vida", de sua autoria, gravada por ela, inicialmente, e, depois, por outros artistas . Teve, também composições gravadas por Roberto Carlos. Como cantora conheceu grande êxito coma interpretação de "Última canção", de Roberto Carlos. Com o declínio da Jovem Guarda, assim como Roberto Carlos, passou a utilizar em seu repertório músicas românticas. Ao longo da década de 1970 participou de festivais internacionais em vários países da América Latina. Gravou 23 LPs, que somaram três milhões de cópias. Ganhou todos os prêmios possíveis no país, e muitos outros no exterior.

Domingo, Abril 15, 2007

Little Sisters Of The Sun...


Original Released on LP Buddah Records BDS 5060
(US, April 1970)
- The original vinyl version of Candles In The Rain exists in at least three different formats. In the US as a 10 track album and also as a nine track, which excluded "Alexander Beetle". US versions also used the edited version of Lay Down (Candles In The Rain) running for just under four minutes.
- For the UK release in September 1970 (Buddah 2318 009), "Alexander Beetle" was excluded to be replaced by "Close To It All" (from Melanie's first album) but the full version of Lay Down (Candles In The Rain) running nearly eight minutes was included.
- "Ruby Tuesday" b/w "What Have They Done To My Song Ma" (Buddah 2011 038) was released as a single in the UK in August 1970 and reached No. 39 in the charts.
- The first single was "Lay Down" b/w "Animal Crackers" (Buddah 2011 013) issued April 1970.
- The album reached No. 5 in the UK album charts.
This new ripping (at 256 kb) includes "Alexander Beetle" from the original US edition and also the extended version of "Lay Down". The sound has been improved and it is much better than the recent edition of the album made by Edsel label, which in reality sounds very poor (and why have they changed the original line-up of the songs?)

This is the third album from Melanie and it's tremendous. She has an incredible voice and she writes beautiful, tender, simple songs. This album is a compelling collection of tracks from a lady with such a lot to offer to the world……
(from a 1970 review)

Quarta-feira, Abril 11, 2007

THE FABULOUS JOKERS


THE BOB DYLAN SONGBOOK VOLUME 4


Segunda-feira, Abril 09, 2007

THE SONGS THAT CHANGED THE WORLD 10


Sábado, Abril 07, 2007

BERT'S GOLDEN MEMORIES


Just a nice instrumental album from old Bert to relax. This one is from April 75.
Happy Easter!

Sexta-feira, Abril 06, 2007

THOSE CLASSIC GOLDEN YEARS 15


Quarta-feira, Abril 04, 2007

THE SONGS OF SANDIE - ANTHOLOGY 1


She sings in french, in spanish, in german, in italian... and, of course, she sings in english too. Because she is a British singer, born in Dagenham, United Kingdom, on the 26th February, 1947. Sandra Ann Goodrich, aka Sandie Shaw, was one of the most successful British female singers of the 1960s. With her hair, slender frame, model cheekbones and outfits, she has been described as the ultimate working-class 'it' girl. She was also notable for her quirk of usually appearing barefoot. After being discovered by Adam Faith, she began her recording career at the age of 17, and only three years later, in 1967, she won the Eurovision Song Contest with "Puppet On A String" (a song she hated, but now says: «It is a song which has been the source of much grief, hilarity, circumspection and I have to admit, financial reward for many years.»).
Maybe a lot of people know her only because this famous hit. But Sandie was much more, indeed much much more, like this collection intend to proove.

Domingo, Abril 01, 2007

MY SONGS OF THE SIXTIES - PART 2